domingo, 8 de janeiro de 2012

Por que Jesus dobrou o lenço???

                                                                         
O LENÇO DOBRADO (João 20:7)

Por que Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição?

Eu nunca havia detido minha atenção a esse detalhe.

Em João 20:7 –  nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus, não foi apenas deixado de lado como os lençóis no túmulo.  A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.

Bem cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena veio à tumba e descobriu que a pedra havia sido removida da entrada. Ela correu e encontrou Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus tanto amara {João, o Evangelista} e disse ela:  “Eles tiraram o corpo do Senhor e eu não sei para onde eles o levaram.”

Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo para ver. O outro discípulo passou à frente de Pedro e lá primeiro chegou. Ele parou e observou os lençóis, mas ele não entrou. Então Simão Pedro chegou e entrou. Ele também notou os lençóis ali deixados, enquanto o lenço que cobrira a face de Jesus estava dobrado e colocado em um lado.

Isto é importante? Definitivamente.

Isto é significante? Sim.

Para poder entender a significância do lenço dobrado, você tem que entender um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época.

O lenço dobrado tem que a ver com o Amo e o Servo;  e todo menino Judeu conhecia a tradição.

Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo, ele buscava ter certeza em fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria.

A mesa era colocada perfeitamente e o Servo esperaria fora da visão do Amo até que o mesmo terminasse a refeição. O Servo não se atreveria nunca tocar a mesa antes que o Amo tivesse terminado a refeição.

Se o Amo tivesse terminado a refeição, ele se levantaria, limparia seus dedos, sua boca e limparia sua barba e embolaria seu lenço e o jogaria sobre a mesa. Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: “Eu terminei”.

Eu não sabia a respeito.

Se o Amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o Servo não ousaria em tocar a mesa porque o lenço dobrado queria dizer:

“Eu voltarei!”

 O genteee...não é maravilhoso saber que Jesus se preocupou ate msm com esse detalhe, nos dando a esperança e certeza de sua volta?!!! Que delícia para seus fiéis...a promessa que Ele voltará!!! Fiquei tão emocionada quando li esse texto sobre o lenço! Vem Espírito Santo, reaviva as chamas de amor em meu coração, que eu e meus irmãos estejamos prontos para a volta de nosso Senhor, vivendo na fé, na caridade e no amor!!!

Dia de descanso


“Os Domingos Precisam de Feriados
Toda sexta-feira à noite começa o shabat para a tradição judaica. Shabat é o conceito que propõe descanso ao final do ciclo semanal de produção, inspirado no descanso divino, no sétimo dia da Criação.
Muito além de uma proposta trabalhista, entendemos a pausa como fundamental para a saúde de tudo o que é vivo. A noite é pausa, o inverno é pausa, mesmo a morte é
pausa. Onde não há pausa, a vida lentamente se extingue.
Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga, onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo, descansar se torna uma necessidade do planeta.
Hoje, o tempo de ‘pausa’ é preenchido por diversão e alienação. Lazer não é feito de descanso, mas de ocupações ‘para não nos ocuparmos’. A própria palavra entretenimento indica o desejo de não parar. E a incapacidade de parar é uma forma de depressão.
O mundo está deprimido e a indústria do entretenimento cresce nessas condições. Nossas cidades se parecem cada vez mais com a Disneylândia. Longas filas para aproveitar experiências pouco interativas. Fim de dia com gosto de vazio. Um divertido que não é nem bom nem ruim. Dia pronto para ser esquecido, não fossem as fotos e a memória de uma expectativa frustrada que ninguém revela para não dar o gostinho ao próximo.
Entramos no milênio num mundo que é um grande shopping. A Internet e a televisão não dormem. Não há mais insônia solitária; solitário é quem dorme. As bolsas do Ocidente e do Oriente se revezam fazendo do ganhar e perder, das informações e dos rumores, atividade incessante. A CNN inventou um tempo linear que só pode parar no fim.
Mas as paradas estão por toda a caminhada e por todo o processo. Sem acostamento, a vida parece fluir mais rápida e eficiente, mas ao custo fóbico de uma paisagem que passa. O futuro é tão rápido que se confunde com o presente. As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as cidades de uma cochilada, o mar de umas férias, o domingo de um feriado…
Nossos namorados querem ‘ficar’, trocando o ‘ser’ pelo ‘estar’. Saímos da escravidão do século XIX para o leasing do século XXI – um dia seremos nossos?
Quem tem tempo não é sério, quem não tem tempo é importante. Nunca fizemos tanto e realizamos tão pouco. Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos…
Parar não é interromper. Muitas vezes continuar é que é uma interrupção. O dia de não trabalhar não é o dia de se distrair – literalmente, ficar desatento. É um dia de atenção, de ser atencioso consigo e com sua vida. A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é ‘o que vamos fazer hoje?’ – já marcada pela ansiedade. E sonhamos com uma longevidade de 120 anos, quando não sabemos o que fazer numa tarde de Domingo.
Quem ganha tempo, por definição, perde. Quem mata tempo, fere-se mortalmente. É este o grande ‘radical livre’ que envelhece nossa alegria – o sonho de fazer do tempo uma mercadoria.
Em tempos de novo milênio, vamos resgatar coisas que são milenares. A pausa é que traz a surpresa e não o que vem depois. A pausa é que dá sentido à caminhada. A prática espiritual deste milênio será viver as pausas. Não haverá maior sábio do que aquele que souber quando algo terminou e quando algo vai começar.
Afinal, por que o Criador descansou? Talvez porque, mais difícil do que iniciar um processo do nada, seja dá-lo como concluído.
Rabino Nilton Bonder”

A janela




Um casal, recém-casado, mudou-se para um bairro muito tranqüilo. 
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, 

a mulher reparou através da janela em uma vizinha 
que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido: 
- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! 
- Está precisando de um sabão novo. 
Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu 
a ensine a lavar as roupas! 
O marido observou calado. 

Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, 

a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido: 
- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! 
Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas! 

E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, 

enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal. 

Passado um mês a mulher se surpreendeu 

ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, 
e empolgada foi dizer ao marido: 
- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, Será que a outra vizinha ensinou??? 

Porque eu não fiz nada. 

O marido calmamente respondeu: 
- Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela! 

E assim é. 
Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos. 
Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; 
verifique seus próprios defeitos e limitações. 
Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos. 
Só assim poderemos ter real noção do real valor de nossos amigos. 

Lave sua vidraça. 

Abra sua janela.